domingo, 24 de abril de 2011

Sábio Nietzsche...


"Minha solidão não tem nada a ver com a presença ou ausência de pessoas… Detesto quem me rouba a solidão, sem em troca me oferecer verdadeiramente companhia….”

Friedrich Nietzsche

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Wish You Were Here (Pink Floyd)

" Sempre fui apaixonada pelo rock progressivo do Pink Floyd, sobretudo pelo David Gilmour e esta é uma de minhas músicas preferidas ..."



So,
So you think you can tell
Heaven from Hell,
Blue skies from pain
Can you tell a green field
From a cold steel rail?
A smile from a veil?
Do you think you can tell?

Did they get you to trade
Your heroes for ghosts?
Hot ashes for trees?
Hot air for a cool breeze?
Cold comfort for change?
Did you exchange
A walk on part in the war
For a lead role in a cage?

How I wish, how I wish you were here
We're just two lost souls
Swimming in a fish bowl,
Year after year,
Running over the same old ground.
What have we found?
The same old fears
Wish you were here...

sábado, 16 de abril de 2011

Entrei na Unifesp...


Olá, amigos!
Agora sou estudante do curso de história da Universidade Federal de São Paulo. Ser uma historiadora só ficava atrás do desejo de ser jornalista e agora consegui.
Estou sobrecarregada com vários textos, trabalhos e seminários, mas estou adorando o curso e os novos amigos.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Quando me amei de verdade (Charles Chaplin)


Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é... Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de... Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é... Respeito.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama... Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é... Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.
Hoje descobri a... Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é... Saber viver!!!

sábado, 12 de março de 2011

Joni Mitchell, a poeta do rock folk...


Hoje o meu dia chato tornou-se lindo, fui presenteada com um CD de uma das cantoras de que mais gosto e que marcou a minha adolescência. Me emocionei muito ao receber a coletânea da Joni Mitchell, a maior e melhor cantora e poeta do rock folk, viajei no tempo agora...
Lembrei-me de quando a ouvi pela primeira vez, em uma trilha sonora do seriado “Anos Incríveis”, assistia aos seriados e adorava ouvir a bela voz da Joni.
Linda!!! Só mesmo quem viveu muito tempo comigo, como a Fê, poderia recordar-se dessa fase...
Apesar de não ser muito falada aqui no Brasil, a cantora e poetisa Roberta Joan Anderson, mais conhecida como Joni Mitchell é certamente um dos maiores expoentes da música canadense, além de ser referência inegável dentro do folk, tendo feito grande sucesso com seus três primeiros discos (convidada inclusive pra tocar no Woodstock, com Joan Baez, Jimi Hendrix e Janis Joplin, convite que teve de recusar por conta de problemas pessoais), inclusive, Woodstock é o nome de uma de suas músicas prediletas o qual influenciou o festival.

Alcançou o sucesso na década de 70, fazendo uma música influenciada pelo jazz e pelo folk. Suas letras são introspectivas e de caráter romântico, e estão entre as melhores criadas na história do rock. Gravou dois discos que entraram para a história do rock: Clouds, de 1969, e Blue, de 1971, que ocupa a 30ª posição na lista dos 500 melhores álbuns de todos os tempos da Revista Rolling Stones.
Em 1970, Joni recebe uma indicação ao Grammy Awards como melhor artista folk. Não deu outra. Joni levou o Grammy. No mesmo ano, participou de Isle of Wight, um festival na Inglaterra considerado um segundo Woodstock.

Em 1971 ela lança seu quarto disco auto intitulado Blue, um disco totalmente significante para ela. Desde as músicas até o encarte representam seu momento que, segundo ela, era frágil e transparente. As canções transmitem mensagens de amor, distância e perdas.
Como o próprio nome já indica, trata-se de um álbum depressivo, culminado do fim de um relacionamento longo, ainda assim, "Blue" é excelente de se ouvir a qualquer hora. É o mais belo e sincero folk, flertando constantemente com o jazz, não é a toa que Mitchell mais tarde trabalharia com Herbie Hancock, um dos maiores nomes do estilo.

Blue é um dos álbuns mais importantes da história do rock folk e da carreira da cantora. O álbum estréia entre o top 20 da revista Billboard.
Algumas de minha canções preferidas são: The Gallery, A Case of you, River, All I Want, Both Sides Now, Woodstock, entre outras…
No começo dos anos 90 a última música deste petardo, “The last time i saw Richard” ganhou uma versão linda na voz do líder da Legião Urbana, Renato Russo, no Acústico MTV.
Recomendadíssimo a qualquer amante da boa música:

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Quase tudo que eu amo...


Chico Buarque, Tom Jobim e Vinícius de Moraes (atrás da barriga)

"É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é um laço, é o anzol
É peroba do campo, o nó da madeira..." (Águas de março) Concordo com a opinião de Chico Buarque quando diz que este é o samba mais lindo do mundo.




" as agendas personalizadas do Chico e do Tom, (só faltou a do Vinícius) que ganhei de aniversário, amei..."



"... veja o sol dessa manhã tão cinza, a tempestade que chega é da cor dos teus olhos, castanhos..." Renato Russo, o maior poeta do rock nacional. Amo as letras e a inteligência do Renato.



"A morte emendou a gramática. Morreram Carlos Drummond. Não era um só. Eram tantos. Se vivo estaria às portas do seu centenário. Mas quem disse que Drummond morreu? E que ironia! Alguém tão cético provando que há vida após a morte! Mais do que qualquer outro gênio soube ser reconhecido enquanto vivo e não se deixar morrer mesmo negando os convites para se tornar imortal como membro da Academia Brasileira de Letras."



"...tem um violão que é pras noites de lua, tem uma varanda que é minha e que sua, vem morar comigo..." (Zé Geraldo) me traz grandes recordações...



"Não é fácil
Não pensar em você
Não é fácil
É estranho
Não te contar meus planos
Não te encontrar..." (Marisa Monte)



" Amo Quintana, e o poema Não quero é o meu preferido".



"...onde eu possa plantar meus amigos, meus discos e livros e nada mais..." Amo ouvir Elis, adoro a voz, a interpretação e a emoção como ela cantava..."



Amor intenso, quem não gosta? Lembro-me do trecho de um poema de Danusa Leão, chamado Felicidade, que diz:
"E quanto ao amor? Ah, o amor… não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo.
Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar à luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito..." Adoro...



"Meu gênero musical preferido"



"Por influência dos meus pais eu ouvia o Raul todos os dias, cheguei até a enjoar, mas depois passou. Tenho que admitir que esse cara além de ser uma 'figura' era um pensador fascinante, saca só a cor da meia furada enquanto ele lê 1984 de Orwell"




"Soneto 5 de Luís de Camões que inspirou o cantor Renato Russo a criar a música Monte Castelo"



"Uma imagem vale mais que mil palavras..."


" A simplicidade, pois nas coisas mais simples encontramos o essencial..."

sábado, 12 de fevereiro de 2011

"...pra onde tenha sol, é pra lá que eu vou..."


Nada melhor que estar de férias, um mês longe do serviço não tem preço, mesmo que exista outros compromissos, quando não se tem a obrigação de trabalhar, tudo parece mais leve...
Quero aproveitar cada minuto, cuidar de coisas que deixei de lado, atualizar o meu blog com mais frequência, voltar a fazer aulas de violão, ouvir muita música, ler vários livros, retornar ao jornalismo que eu adoro e me dedicar mais ao curso de letras, ao inglês e ao espanhol, sem reclamar por ter acordado cedo na manhã de sábado depois de ter madrugado a semana inteira, quero acordar sozinha, sem obrigações (e me lembrar de um sonho bom).
Encontrar mais meus amigos e todos estarem de bom humor (eu inclusive) para conversarmos sobre coisas interessantes.
Este ano quero fazer as coisas diferente, cuidar mais de mim e mudar alguns hábitos, mas quero principalmente conseguir a sensibilidade de perceber a maldade que algumas pessoas possuem, para que eu não possa me decepcionar novamente, mas ainda quero continuar acreditando que nem todos são assim... que nem todas as pessoas são iguais...
Além das férias, fevereiro é o mês do meu aniversário e então resolvi me presentear com uma viagem para João Pessoa, aproveitar o verão e renovar as energias...
Evoé!